Em São Luiz com Hipstamatic

Tá rolando

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Hipstamatic é um aplicativo de fotografia digital para o iPhone da Apple. Ele usa a câmera do iPhone para permitir que o usuário a tirar fotografias quadradas, em que se aplica uma série de filtros de software simulando uma câmera de filme antigo. É parte de uma tendência retrô na fotografia, que tem visto um […]

Em São Luiz com Hipstamatic - Tá rolando

hipstamatic.com/

Hipstamatic é um aplicativo de fotografia digital para o iPhone da Apple. Ele usa a câmera do iPhone para permitir que o usuário a tirar fotografias quadradas, em que se aplica uma série de filtros de software simulando uma câmera de filme antigo. É parte de uma tendência retrô na fotografia, que tem visto um aumento na popularidade de câmeras analógicas baratas e tecnicamente obsoletas. No fim das contas, é uma delícia ao alcance da mão.

maranhão 06 2012 029 maranhão 06 2012 037 maranhão 06 2012 089 maranhão 06 2012 123 maranhão 06 2012 295

Alessandra Sanguinetti

Fotógrafo

sem título

Conheci o trabalho dessa fotografa na Bienal de São Paulo de 2010. Estavam em exposição fotos da série “Las aventuras de Guille y Belinda y el enigmático significado de sus sueños”, – algumas estão aí em baixo. A série foi montada tendo como tema duas primas que moram em uma área rural na argentina. A […]

Alessandra Sanguinetti - Fotógrafo

http://alessandrasanguinetti.com/

Conheci o trabalho dessa fotografa na Bienal de São Paulo de 2010. Estavam em exposição fotos da série “Las aventuras de Guille y Belinda y el enigmático significado de sus sueños”, – algumas estão aí em baixo. A série foi montada tendo como tema duas primas que moram em uma área rural na argentina. A fotografa acompanhou as duas por anos e segundo a própria “as imagens são resultado de um jogo entre a três. Eu propunha ideias e elas adaptavam a suas vidas, cristalizando assim seus mundos imaginários. Um pouco como a improvisação em um teatro, mas com a diferença de que elas atuavam suas verdadeiras vidas, não a dos outros”.

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Kohei Yoshiyuki

Fotógrafo

Park

Para estas fotos, tiradas em Shinjuku de Tóquio, Yoyogi, e parques de Aoyama, durante a década de 1970, o Sr. Yoshiyuki usada uma câmera de 35mm, o filme infravermelho, e flash para documentar as pessoas que se reuniram lá à noite para encontros clandestinos, bem como os muitos espectadores à espreita nos arbustos que assistiram […]

Kohei Yoshiyuki - Fotógrafo

www.yossimilo.com/artists/kohe_yosh/

Para estas fotos, tiradas em Shinjuku de Tóquio, Yoyogi, e parques de Aoyama, durante a década de 1970, o Sr. Yoshiyuki usada uma câmera de 35mm, o filme infravermelho, e flash para documentar as pessoas que se reuniram lá à noite para encontros clandestinos, bem como os muitos espectadores à espreita nos arbustos que assistiram e participaram, por vezes, em tais uniões. Com a sua crueza, essas imagens não somente revelar as façanhas sexuais, servem também como uma crônica de um Japão raramente visto, como Martin Parr escreve em The Photobook: A History, Volume II , o parque é “uma brilhante peça de documentação social, capturando perfeitamente a solidão, tristeza e desespero, que tantas vezes acompanham as relações sexuais ou o ser humano em uma metrópole grande, dura, como Tóquio.”

Texto da Yossi Milo Gallery.

Park Park Park Park Park

Elliott Wilcox – serie Walls

Fotógrafo

real tennis

“Este trabalho examina representações de espaços fechados de quadras esportivas. Ao fotografar esses espaços vazio, ausente da ação rápida que estamos tão familiarizados, esses ambientes se revelam sob uma nova luz. A imagem cria uma experiência para explorar, um caminho para revelar o despercebido e expondo o não exposto, consequentemente romantizá-los”. Elliott Wilcox Gosto dessas […]

Elliott Wilcox – serie Walls - Fotógrafo

www.elliottwilcox.co.uk

“Este trabalho examina representações de espaços fechados de quadras esportivas. Ao fotografar esses espaços vazio, ausente da ação rápida que estamos tão familiarizados, esses ambientes se revelam sob uma nova luz. A imagem cria uma experiência para explorar, um caminho para revelar o despercebido e expondo o não exposto, consequentemente romantizá-los”. Elliott Wilcox

Gosto dessas abstrações pop!

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José Maria Palmieri

Fotógrafo

cena tão clássica que ninguem mais vê

Encontrei o Zé Maria em uma audiênica do Plano Piloto do Conjunto Urbanistico de Brasília. Há tempo que não o via. Ele fotografava bandas da cidade, tempos atrás. Dia desses vi uma foto sua: parecia ter sido tirada a anos atrás, com pessoas que já não existem, fazendo coisas que ninguém mais faz, do lado […]

José Maria Palmieri - Fotógrafo

web.stagram.com/n/josemariapalmieri/

Encontrei o Zé Maria em uma audiênica do Plano Piloto do Conjunto Urbanistico de Brasília. Há tempo que não o via. Ele fotografava bandas da cidade, tempos atrás. Dia desses vi uma foto sua: parecia ter sido tirada a anos atrás, com pessoas que já não existem, fazendo coisas que ninguém mais faz, do lado de um carro do ano – desse ano. Vi o trabalho de um arqueologo: o sapateiro, o chaveiro dentro de um barracão de zinco com letreiro pintado em esmalte sintético, o “cartão-postal”, deslocam no tempo o coração de quem vê. Eis que o olho se dá conta de um detalhe e recocheteia; vai para o agora. Muito “contemporâneo” essa artimanha e Brasília, como cenário urbano, não é fácil de ser “contemporânea”. Não temos cara de megalópole do capital internacional, não somos a imagem que se quer de uma cidade – daí Águas Claras, para lembrar qualquer coisa que não seja Brasília – e ele não titubiou: assumiu a cidade como tema. Chega ao requinte de reavaliar a fotografia vernácula e os anacrônicos cartões-postais da cidade vendidos em banca de jornal.

Ao encontrá-lo na audiência perguntei o que ele estava fazendo ali. Respondeu que o assunto – a cidade e o seu destino – lhe interessava. Não estava ali representando alguma entidade  – esse era o meu caso. Estava alí por amor à cidade. Se o amor potencializa o olhar de quem ama, José Maria Palmiere prova e dá dimensão a esse fato. A fotografia dele é uma caso de amor.

cena tão clássica que ninguem mais vê sobreviventes de uma outra época cobogos na asa sul Estação de energia antigo painel geométrico na frente do novo metrô

JaeYoung Park

Fotógrafo

sem título - jae young park

Conheci Jae Young Park quando mexia no Instagram. Fiquei impressionado com os auto-retratos – suponho – e as flores. As fotos não são de celular e não sei se existe uma projeto por traz, mas é tão legal montar sentidos com o que ela mostra, como quando aparece em três paisagens diferentes com a mesma […]

JaeYoung Park - Fotógrafo

web.stagram.com/n/sono_/

Conheci Jae Young Park quando mexia no Instagram. Fiquei impressionado com os auto-retratos – suponho – e as flores. As fotos não são de celular e não sei se existe uma projeto por traz, mas é tão legal montar sentidos com o que ela mostra, como quando aparece em três paisagens diferentes com a mesma roupa ou sua preferencia em aparecer de costas.

O tratamento das imagens podia ser o de mais uma vítima do vintage, mas no trabalho dela dá um tom anacrônico que valoriza o conjunto, desloca o tempo. Uma delicadeza.

A quem se aventurar no site, reparem na repetição dos temas e de algumas paisagens específicas e a vontade que ela demosntra de desaparecer ou quase não se mostrar.

As paisagens e as flores – destaque para os auto-retratos em meio as flores – faz com que minha memória vá imediatamente correr atrás de Monet – Mulher com Parassol e Na Pradaria, por exemplo.

Não sei se a fotografa concordaria, mas fazer o quê?

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Stephen Shore

Fotógrafo

Ginger Shore, Causeway Inn, Tampa, Florida, Nov. 17, 1977

Quando entender o porquê de gostar do trabalho desse fotografo, eu escrevo alguma coisa. Nesse meio tempo, vai vendo.

Stephen Shore - Fotógrafo

www.303gallery.com/artists/stephen_shore/index.php

Quando entender o porquê de gostar do trabalho desse fotografo, eu escrevo alguma coisa. Nesse meio tempo, vai vendo.

sault ste. marie ontario Ginger Shore, Causeway Inn, Tampa, Florida, Nov. 17, 1977 Self-Portrait, New York, NY, 3-20-76 Amarillo, Texas Abu Dhabi 2009

David Hockney – Fotocolagens

Fotógrafo

Talking Heads More Songs

“No início dos anos 1970, David Hockney, artísta plástico nascido em Yorkshire, Inglaterra, utilizou câmeras instantâneas Polaroid para explorar a perspectiva reversa, fazendo referência às pinturas cubistas de Picasso. Hockney tentou romper as barreiras bidimensionais da fotografia ao capturar uma série de imagens tiradas em torno de um objeto. Seus experimentos com a perspectiva “reversa” […]

David Hockney – Fotocolagens - Fotógrafo

www.hockneypictures.com/

“No início dos anos 1970, David Hockney, artísta plástico nascido em Yorkshire, Inglaterra, utilizou câmeras instantâneas Polaroid para explorar a perspectiva reversa, fazendo referência às pinturas cubistas de Picasso. Hockney tentou romper as barreiras bidimensionais da fotografia ao capturar uma série de imagens tiradas em torno de um objeto. Seus experimentos com a perspectiva “reversa” produziram retratos impressionantes, em que a pele do assunto parece ter sido desempacotada.
Inicialmente, Hockney criou montagens de imagens em um grid estruturado e, mais tarde, passou para um estilo mais orgânico. A essas imagens ele chamava de “joiners”. É interessante que, à medida que fotografava as imagens, ele também gravava a passagem do tempo; seus joiners são uma combinação de imagens do mesmo assunto tiradas de diferentes pontos de vista em diferentes momentos no tempo.”

Trecho extraído do livro Composição, de David Präkel

Talking Heads More Songs Place Furstenberg Mother I Pearblossom Highway Chair

Syoin Kajii

Fotógrafo

Syoin Kajii - Nami

NAMI é uma série de fotos de ondas em torno das margens do Sado Ilha no Japão. O fotógrafo, um jovem monge budista chamado Syoin Kajii, observa a água pacientemente, à espera de um momento de surpresa. Em 2008, sua Nami série foi entre os finalistas do Prêmio BMW em Paris Photo. Em 2009, ele […]

Syoin Kajii - Fotógrafo

www.foam.org/photographers/k/kajii,-syoin

NAMI é uma série de fotos de ondas em torno das margens do Sado Ilha no Japão. O fotógrafo, um jovem monge budista chamado Syoin Kajii, observa a água pacientemente, à espera de um momento de surpresa. Em 2008, sua Nami série foi entre os finalistas do Prêmio BMW em Paris Photo. Em 2009, ele foi homenageado como Rookie of the Year pelo Memorial Gotoh Foundation. Suas fotografias foram expostas e são mantidos em coleções em todo o mundo, incluindo Huis Marseille e do H + F Colecção em Amesterdã.

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